2006/01/04

A árvore dos tesouros - Henri Gougaud

Livro de contos de todo o mundo. A recolha é interessante e a leitura é fácil. Fica por fazer a leitura global da obra ou dos critérios que a ela presidiram: procurou-se a unidade dos temas? a sua diversidade? a representação de uma (de cada) particular visão do mundo?
A julgar pelas zonas do globo que conheço melhor, nada disto. E nada mais. Por isso, é um punhado de gãos de areia por sedimentar: não fazem uma praia, porque são apenas uma ínfima parte da praia, não fazem uma pedra por não terem unidade. E depois do vento da memória, o que fica?

3 comentários:

Claudinha disse...

Talvez fique uma ínfima parte da magia. Quando uma árvore é grande realmente ela não terá pretensão de ter todas as borboletas. E todos os que vencerem o vento da memória saberão procurar muitas árvores...Creio que a idéia é muito boa, mas seria impossível ter uma idéia geral, concordo com sua opinião. Desculpe-me a invasão, encontrei-o por causa da grande árvore, voltarei mais vezes.

Anónimo disse...

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