2009/10/05

A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

Este título sempre me despertou alguma curiosidade cada vez que me deparava com ele, mas a verdade é que nunca me senti impelido a lê-lo... Até há 2 semanas atrás, quando vi o trailer para o filme, que deve estar por aí a estrear mais dia menos dia (acho que nos EUA já estreou) e ficar completamente confuso com aquilo tudo de ele estar casado com a mulher, mas desaparecer de vez em quando, deixando-a sozinha.

Ora bem, na semana passada fui à biblioteca e, ao fazer a pesquisa na base de dados, vi que existia lá o livro. Não resisti a trazê-lo comigo. E não é que o despachei duma assentada? Apesar de ser um livro com 400 e tal páginas, entusiasmou-me aquela ideia de Henry (a personagem principal e que viaja no tempo) viver a vida desordenadamente. Apesar de não ter percebido uma ou outra passagem do livro, tudo faz sentido! Tenho de tirar o chapéu a esta Audrey Niffenengger, porque ela realmente conseguiu ter uma ideia fantástica (a de um homem a viajar no tempo, ao encontro daquela que virá a ser a sua mulher no futuro dela, mas no presente dele) e, acima de tudo, por ter conseguido transmiti-la da melhor forma possível.

Claro que se trata de uma história romanticazeca a puxar para o melodramático lá mais para o fim (e isso vai ser enfatizado - infelizmente - no filme, com quase toda a certeza). Mas o resto está bastante interessante e podemos tirar bastante sumo destas quase-filosóficas considerações sobre as relações humanas (o amor, especificamente) inserido (ou não) no tempo cronológico.

Não sou de gostar deste tipo de romances, mas tenho de admitir que a autora me conseguiu "seduzir".

8 estrelas

3 comentários:

tulipa disse...

HOJE faço uma homenagem à minha sobrinha Tânia do Bookcrossing, falecida em Março passado:

Minha querida, um “grande amigo” recente, também da blogosfera, mas já real, em Abril passado, já depois da tua partida para sempre da minha vida, fez o percurso “Caminhos de Santiago” ( conheceu-te através de mim, do meu sofrimento, da partilha de emoções) e, juntamente com os seus companheiros de caminhada rezaram por ti e fizeram uma oferta pela tua alma, deixando no local um símbolo e umas florzinhas do campo.
LINDO, não é?
Aqui estão duas imagens desse “momento”.
Faço-te homenagem nos meus dois blogues, neste "teu dia".

vitor disse...

Oi!

Eu me chamo Juciara, li o livro e gostaria de tirar umas duvidas com quem já leu.
Porque ele não impediu a sua morte, ele poderia ter feito, sim !
pois ele pegou os numeros da loteria, ele poderia ter gritado para Phillip e Mark para charmar a atenção enquanto ele desaparecia

vitor disse...

Oi!

Eu me chamo Juciara, li o livro e gostaria de tirar umas duvidas com quem já leu.
Porque ele não impediu a sua morte, ele poderia ter feito, sim !
pois ele pegou os numeros da loteria, ele poderia ter gritado para Phillip e Mark para charmar a atenção enquanto ele desaparecia